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30
maio

Saiba um pouco de nossas últimas atividades

Por: Equipe de Comunicação Apiwtxa

Balanço Projeto Alto Juruá

No dia 18 de abril, no Centro Yorenka Ãtame, reuniram-se 39 pessoas para reunião da Comissão Consultiva do Projeto Alto Juruá, entre representantes da Apiwtxa, dos povos Ashaninka e Kaxinawá do Rio Breu, e lideranças da Reserva Extrativista do Alto Juruá, para avaliar e prestar contas sobre o andamento da execução do Projeto.

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Na reunião, foram apresentadas e avaliadas as principais realizações do projeto, que vem tendo execução exitosa e satisfatória, segundo seus beneficiários. O foco dos debates, em razão do público presente, esteve centrado nas questões relativas à gestão e organização da Resex. A unidade de conservação citada, tem território vizinho ao da Terra Indígena Ashaninka Kampa do Rio Amônea, e figura como uma das áreas de atuação do Projeto Alto Juruá (PAJ), desenvolvido pela Associação Apiwtxa com apoio do BNDES/Fundo Amazônia.

Durante a atividade, houve apresentação de um balanço de tudo o que se realizou no terceiro semestre de execução do PAJ, e da estrutura do que está previsto e vem sendo feito no quarto semestre. Discutiu-se, ainda, como serão tratadas questões que podem constar de uma nova fase do Projeto. Atualmente, cerca de 80% das ações previstas no PAJ já foram executadas, o que lhe concede o avalição de um projeto extremamente exitoso.

Dentre os diversos encaminhamentos, destaca-se a Assembleia Geral da ASAREAJ, marcada acontecer entre 31 de maio e 02 de junho, no Centro Yorenka Ãtame.

Inauguração Sede ASAREAJ

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No dia 21 de abril, integrantes de diversas comunidades da Reserva Extrativista do Alto Juruá, de diversos Povos Indígenas, e outros moradores e trabalhadores da região, participaram da inauguração/entrega da nova sede da Associação dos Seringueiros e Agricultores da Reserva Extrativista do Alto Juruá – ASAREAJ. Além da estrutura física da sede, foram entregues durante o evento, móveis para a sala de reunião e escritório da Associação.

O momento representou um avanço importante para o fortalecimento da instituição, e foi marcado por grande emoção dos participantes.

Nos discursos das lideranças presentes, o histórico de união e luta que suscitou a demarcação da reserva extrativista, foi lembrado muitas vezes. Moradores da Resex manifestaram-se de forma emocionada sobre a próxima etapa de organização comunitária que pretendem inaugurar com a nova sede. A ASAREAJ vem refletindo e discutindo alternativas de potencializar a ação comunitária, visando consolidar um modelo de desenvolvimento sustentável que possibilite maior autonomia das famílias que ali vivem, a partir de uma visão de sustentabilidade que valorize a floresta e respeite o meio ambiente como sua grande riqueza. A inauguração da nova sede é um marco para essa nova etapa de implementação, e que terá prosseguimento com a Assembleia da Associação, a realizar-se entre os dias 31 de maio e 02 de junho.

A parceria da ASAREAJ com a Apiwtxa, vem trazendo grande força para a efetivação desse processo. A construção da nova sede, foi viabilizada pela Apiwtxa, por meio do Projeto Alto Juruá, com recursos do Fundo Amazônia/BNDES.

Agroecologia

De 18 a 23 de abril, a Associação Apiwtxa promoveu o III Módulo do Curso de Agroecologia, dando continuidade ao ciclo de oficinas agroecológicas do Projeto Alto Juruá, que conta com apoio do BNDES/Fundo Amazônia. O curso teve fundamental importância para os moradores da Reserva Extrativista do Alto Juruá, que participaram juntamente com representantes da Terra Indígena Kaxinawá-Ashaninka do Rio Breu.

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Foi mais uma oportunidade para o estudo e aprendizado de técnicas sobre como recuperar as áreas degradas, e produzir sem o uso de agrotóxicos. Uma das principais atividades consistiu na confecção de biofertilizantes. Para Francisco Oliveira da Silva, morador da Resex e participante do Módulo, as técnicas aprendidas durante o curso representam “uma nova porta que está se abrindo para o nosso futuro, porque é uma coisa que dá resultado. A gente fez e dá certo. Isso é que tem que ser investido e ensinado aqui para as comunidades riberinhas do Alto Juruá. Estamos muito felizes.”. José da Silva, o Tetéu, extrativista que também participou da atividade, expressa sua satisfação, afirmando: “Foi bom mesmo, de minha parte consegui pegar algumas coisas na prática, trabalhar com materiais, com a palha de arroz, paú e várias formas diferentes da gente preservar os frutos e cultivar as plantas.”.

Entre os dias 24 e 26 de abril o Curso ocorreu na Aldeia Apiwtxa, onde as aulas práticas e teóricas foram retomadas com os Agentes Agroflorestais e outros moradores interessados.

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A facilidade de obtenção dos ingredientes, a simplicidade das práticas e a possibilidade de testar algumas delas ainda durante o curso, foi o ponto forte da atividade. Segundo o instrutor, com esses insumos, os participantes que aplicarem as técnicas ensinadas, poderão aumentar sua produtividade, melhorar a qualidade de seus produtos agroflorestais e a fertilidade dos solos de cultivo, tudo isso sem o uso de venenos para controle de pragas e infestações.

 Esse Módulo encerra o ciclo de oficinas agroecológicas ofertadas por esta etapa do Projeto. A Apiwtxa acredita que esse processo de compartilhamento de saberes foi bastante eficaz no trabalho em busca de mais autonomia para as populações locais, por meio do incremento e incentivo de sua própria produção, sempre manejando os recursos dos territórios de modo sustentável, com respeito e conservação da floresta.

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